Um refresh

(ou Um textão introdutório claudicante)

Passei por uma longa temporada de perdidos e achados na minha vida desde janeiro de 2012 – o mês em que pedi as contas na Moderna para fazer uma revolução na minha vida. É difícil sair de um status de aparente vitória profissional (quem consegue uma vaga relativamente boa em uma editora de renome sem aquele Q.I.?) e voltar à vida de subemprego – ainda que em prol de uma causa maior. Houve quem me achasse uma pessoa ingrata, até, o que me chegou a render algumas portas fechadas, inclusive. Tudo isso para estudar japonês. Ni.hon.go. Uma língua de proficiência dificílima, completamente homófona e com um sistema de escrita que escapa à lógica de qualquer ocidental. Enquanto batia cabeça nas aulas e via o mercado editorial se deteriorar mais e mais, dificultando mais ainda o meu retorno ao nicho, muitas vezes pensei em desistir e enveredar por um caminho mais certo, mais “normal” e menos desgastante. A recompensa veio somente cinco anos depois – e com várias ressalvas financeiras – mas, minha gente, que sabor! Para quem obteve tudo de forma relativamente fácil nesse campo da vida, essa foi uma lição de valor e tanto.

Well, eis então que o ano de 2017 começa com novas perspectivas para Mandi e uma desculpa para um novo blog: habemus um ano de camelagem no Japão com várias trapalhadas do barulho. Prometo que não falarei apenas disso por aqui, mas tejem avisados. Beijos.

20170207_162335

Aquela foto clichê de passaporte na mão, inevitável.

 

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